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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Industrial procura por 50 anos carro igual ao da professora da infância


Morador de Sertãozinho, SP, comprou o raro Ford Baratinha 1929,João Sverzut era apaixonado pela educadora da escolinha da fazenda.

Aos 6 anos de idade, o industrial João Luiz Sverzut – hoje com 67 – tinha duas paixões: a professora da escola da fazenda onde ele morava em Sertãozinho (SP) e o carro que ela dirigia na época, um Ford Roadster 1929. O tempo, porém, mostrou qual era o verdadeiro amor de Sverzut que, meio século depois, conseguiu comprar o carro que tinha o folclórico “banco da sogra” na parte externa traseira e o apelido de “Baratinha”.

O Ford Baratinha custou R$ 35 mil em 2000 e, depois de 12 anos de reformas para deixá-lo igual ao objeto de desejo da infância, vale cerca de R$ 150 mil. Dinheiro que o industrial não faz nenhuma questão de ter nos bolsos.
“Esse eu não vendo, procurei no Brasil inteiro, não vou achar outro assim, ele é igualzinho ao da professora da escola rural”, explica. “Era apaixonado por ela, e também me apaixonei
Sverzut também faz questão de avisar que a professora Aldenir Rossini, que ainda mora na cidade, continua sendo uma das suas mais importantes lembranças da infância. “Ainda levo flores para ela no Dia dos Professores”.
Colecionadores
O gosto por carros antigos está se tornando uma tradição em Sertãozinho, onde no último domingo (22) cerca de 150 colecionadores promoveram o quarto encontro anual do gênero. Entre os entusiastas do “antiguismo”, alguns se destacam. É o caso do industrial Luiz Carlos Borges, 65 anos. Ele acaba de comprar e mandar trazer dos Estados Unidos o nono carro da sua coleção, um Oldsmobile 1958.
Mustang 1968, Dodge Polara 1966 e o Cadillac 1959 são outras raridades que Borges guarda na garagem. Ele evita revelar quanto o hobby já custou, mas a julgar pelo valor dos carros que passam de R$ 150 mil quando restaurados, é possível calcular que a coleção vale cerca de R$ 1 milhão.
Diferente de Sverzut, que tem uma relação sentimental com o Ford Baratinha, Borges começou a sua coleção por acaso. “Há cinco anos eu passei em Pirassununga (SP) e vi um Chevrolet Impala 1964, comprei, e não teve jeito de parar”.



domingo, 29 de julho de 2012

Reunião sobre o futuro da GM termina sem acordo em São José


Nova data para negociações foi marcada para o dia 4 de agosto,Montadora se comprometeu a não demitir funcionários no período.

A reunião para discutir o futuro da planta da General Motors em São José dos Campos (SP) terminou sem acordo, na tarde desta quarta-feira (25). Um novo encontro foi marcado para o dia 4 de agosto, às 9h. Estiveram presentes na reunião cerca de vinte pessoas - o dobro do esperado -, entre representantes da empresa, da prefeitura, do sindicato e do Ministério do Trabalho.
Ficou definido na reunião que o sindicato deverá apresentar novas propostas para a empresa até a próxima rodada de negociações. Nesse período, a GM se comprometeu a não demitir nenhum funcionário. O diretor de Relações Institucionais da montadora, Luiz Moan, afirmou que o caso de São José dos Campos é pontual, já que as vendas no setor automotivo no país estão em alta. "A GM ainda não trabalha com hipótese de demissões, mas queremos ouvir do sindicato propostas que não sejam as mesmas", disse ao G1.
O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos propõe trazer 100% da produção do Classic para São José dos Campos, nacionalizar a produção do Sonic (que atualmente é fabricado na Coréia do Sul e importado para o Brasil), e que a unidade joseense volte a produzir caminhões. Todas as propostas já foram descartadas pela direção da empresa.

Moan disse ainda que desde junho de 2008 a GM ofereceu três modelos para serem fabricados na planta joseense - Cobalt, Cruze, Spin - e a expansão da fábrica de motores, mas por falta de acordo com o sindicato os investimentos não foram feitos. Atualmente a unidade produz apenas o Classic e a S-10.

Ele afirmou ainda que a fábrica em São José dos Campos tem os custos de produção e de mão de obra mais elevados do país na comparação com outras plantas.

Sem acordo na época, unidades da GM em outras cidades receberam os recursos. "Na expansão da fábrica de motores em Joinville (SC), por exemplo, foram gerados 350 empregos", contou.
Mobilizações
Mesmo sem acordo na reunião, a categoria deve continuar a mobilização nos próximos dias. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos, manifestações deverão ser realizadas na cidade, uma delas na próxima na próxima sexta-feira, aniversário de São José dos Campos.


Desde o início do mês, o Sindicato dos Metalúrgicos da General Motors em São José dos Campos faz protestos contra a ameaça de fechamento do setor MVA (Montagem de Veículos Automotores), que teria como consequência 1.500 demissões.
Na área, a empresa produz os modelos Corsa hatch, Classic, Meriva e Zafira. Os dois últimos carros já sairam de linha. A produção da Zafira parou há 20 dias e a da Meriva , na semana passada. O Corsa para a produção nesta quarta-feira (25). De acordo com o sindicato, com a produção total dos quatro modelos, eram fabricados 370 veículos por dia. A categoria não soube informar quantos carros passarão a ser produzidos apenas com a fabricação do Classic.
Além da linha de produção da MVA, a planta da GM em São José tem outras sete linhas de produção: uma para a fabricação da picape S10 e as demais para a produção de motores, cabeçotes e componentes.
Portas fechadas
Na terça-feira (24), a montadora fechou as portas temendo possíveis mobilizações dentro da unidade. A fábrica amanheceu fechada e isolada. A produção foi normalizada nesta quarta-feira (25).
"Tínhamos várias eveidências de uma mobilização na unidade e sabíamos que isso traria prejuízo à integridade dos nossos funcionários", justificou Moan.
Tensão
O clima de tensão aumentou entre os trabalhadores e a empresa ápós a reunião desta quarta-feira. Na assembleia, os trabalhadores reclamavam da falta de informações. "Hoje chegamos para trabalhar e ninguém sabia de nada, nem a chefia. Essa reunião só nos deu a certeza de que passaremos o feriado empregado, mas e depois?", disse Marcos Lobo, 50 anos, há 15 no MVA.
Greve
Na semana passada, os metalúrgicos da GM aprovaram uma greve de 24 horas para tentar impedir os planos da montadora de encerrar as atividades do setor MVA no município. Antes disso, no último dia 12, os trabalhadores realizaram uma paralisação de advertência de duas horas e votaram estado de greve.
Nota
O presidente em exercício da Central dos Trabalhadores do Brasil, Wagner Gomes, divulgou uma nota nesta quarta-feira (25) sobre a situação da GM em São José dos Campos. Leia abaixo a nota na íntegra.
As centrais sindicais Força Sindical, CTB, NCST e UGT repudiam a atitude da GM que pretende demitir 1,5 mil trabalhadores e decidiu manter 7,5 mil funcionários em licença remunerada na fábrica em São José dos Campos, interior de São Paulo.
A GM foi beneficiada com o corte do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) feito pelo governo para ajudar recuperar as vendas dos automóveis e manter os empregos.
Agora, a montadora rompe o acordo, promove locaute e ameaça demitir em massa, recurso condenável e muito usado no passado, quando não havia tantas negociações entre capital e trabalho.
As centrais se solidarizam com os trabalhadores e o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos. A solução para o impasse virá unicamente pela via da negociação, que tem de ser aberta, o quanto antes, pela montadora.




sábado, 28 de julho de 2012

Renault confirma início das vendas do elétrico Zoe para setembro


Carro custará a partir de 15,7 mil euros com a proposta de ser ‘popular’,A participação da marca no segmento de elétricos está em 54%.

A Renault confirmou em comunicado oficial divulgado nesta quarta-feira (25) a comercialização do veículo totalmente elétrico Zoe no mercado europeu a partir do Salão do Automóvel de Paris, que acontece no fim de setembro.
A Renault já disponibiliza três veículos elétricos na sua gama de produtos: Fluence ZE, Kangoo ZE e Twizy. Assim, a participação da marca no segmento de carros elétricos europeu passou de 30% em maio para 54% ao fim de junho. “Até o fim de 2012, a Ranault comercializará uma gama completa de veículos elétricos”, afirma a nota oficial.

Elétrico popular
A Renault apresentou o Zoe durante o Salão de Genebra e o descreveu como o primeiro modelo "popular" 100% elétrico do mundo. O modelo custará a partir de 15,7 mil euros (R$ 35.968) no mercado europeu, levando em conta os impostos.
Na realidade, exatamente barato ele não é — o Twingo, carro de entrada da Renault sai por 7.990 euros. Porém, perto dos outros elétricos e híbridos vendidos no mundo, como o Nissan Leaf, o preço é sim bem competitivo.

O Zoe reforça o plano da montadora chamado de “Renault Drive The Change” (Mude a Direção, no Brasil), que estabelece a meta de reduzir em 10% as emissões de CO2 de todo o portfólio da marca até o ano que vem. Atingido o objetivo, a meta seguinte é reduzir mais 10% entre 2013 e 2016.
Para uso diário em grandes centros urbanos, o Zoe quer passar a ser conhecido por disponibilizar a mobilidade elétrica “para todos”, bem ao gosto da democracia francesa. Ele tem autonomia para rodar 210 quilômetros sem necessidade, no entanto, a Renault afirma que isso vai variar conforme as condições de rod=agem, perfil do trajeto, temperatura externa etc.

Carregamento sem fio
Para aperfeiçoar a tecnologia e estimular o consumo de carros elétricos, a Renault e a líder mundial em 3G e tecnologias sem fio Qualcomm Incorporated anunciaram nesta terça-feira (24) a assinatura de um acordo para testes de sistema wireless para carregamento de veículos elétricos (Wireless Electric Vehicle Charging - WEVC). A parceria foi fechada em Londres (Inglaterra) e contará com testes nos carros da Renault, como o Zoe.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Toyota retoma liderança mundial nas vendas de veículos


Montadora japonesa vendeu 4,97 milhões de unidades no semestre,VW vendeu 4,45 milhões de veículos, enquanto a GM, 4,67 milhões.
A montadora japonesa Toyota vendeu quase 5 milhões de veículos no primeiro semestre do ano, um recorde que permite à empresa recuperar a liderança mundial, superando General Motors e Volkswagen.
Ao todo, a Toyota vendeu 4,97 milhões de unidades a suas concessionárias em todo o mundo entre janeiro e junho, segundo números divulgados nesta quinta-feira (26).
A alemã Volkswagen anunciou a venda de 4,45 milhões de veículos durante o mesmo período (alta de 8,9%) e a norte-americana General Motors 4,67 milhões (aumento de 3%), segundo a imprensa japonesa.
O resultado da Toyota representa uma alta de 33,7% em ritmo anual.

No ano passado, a montadora sofreu graves perdas na produção causadas por desastres naturais no Japão e na Tailândia, o que prejudicou o abastecimento local e as exportações de veículos e componentes.
Triplicar lucro
A Toyota prevê triplicar o lucro operacional neste ano para mais de US$ 12,5 bilhões, à medida que a montadora japonesa recupera o espaço que perdeu em mercados dos Estados Unidos à China. O resultado, contudo, ainda ficaria abaixo da metade do que ganhava antes da crise financeira global.
Para isso, a empresa diz que vai cortar mais custos para compensar a valorização da moeda japonesa, que prejudica a rentabilidade das exportações.
A Toyota prevê ainda lucro líquido de 760 bilhões de ienes, o melhor em cinco anos.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

PSA insiste em demissões após perder US$ 800 milhões no semestre


O grupo PSA Peugeot Citroën se mostrou decidida a levar adiante o plano de reestruturação após ter anunciado um prejuízo no primeiro semestre que considera um risco para o próprio futuro. A segunda maior montadora da Europa teve um prejuízo de 662 milhões de euros (US$ 800 milhões) na divisão de automóveis no primeiro semestre, fechando no vermelho tal como tinha alertado no começo do mês ao anunciar 8 mil demissões e o fechamento de uma fábrica.
"A profundidade e a persistência do impacto da crise sobre o nosso negócio na Europa exige o início de uma reorganização", disse o presidente-executivo do grupo, Philippe Varin, nesta quarta-feira (25). "Temos um claro entendimento do quão penoso esse plano é para um grande número de empregados", acrescentou.

Ao apresentar os resultados enquanto executivos negociavam com sindicatos a redução de 10% do quadro de funcionários na França, a Peugeot disse que os cortes vão ajudar a economizar 1,5 bilhão de euros até 2015.

Cerca de 2 mil funcionários da Peugeot se reuniram em frente à sede da montadora em Paris para protestar contra as demissões, em marcha que passou pelo Arco do Triunfo e parou o trânsito. "Este plano é inaceitável e injustificável", disse Jean-Pierre Mercier, do sindicato CGT.
As redundâncias, junto com o fechamento de uma fábrica perto de Paris e 6 mil demissões na Europa anunciadas no ano passado, vão gerar uma econômica de 600 milhões de euros até 2015, segundo a montadora.

A fabricante também quer cortar 550 milhões de euros em investimentos e gerar outros 350 milhões por meio da aliança com a General Motors.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Gol e Voyage 2013


Em 2008, Gol e Voyage revolucionaram o estilo da linha Volkswagen no Brasil. Com estilo nitidamente inspirado no Tiguan, a dupla rapidamente foi alçada ao topo do ranking de vendas. Entretanto, o lançamento do novo DNA mundial de design, incorporado posteriormente por Fox, Jetta e Passat, fez os best sellers ficarem defasados.

A resposta da VW levou quase três anos, mas chegou. Projetados por designers brasileiros em Wolfsburg, os modelos ganharam faróis com traços mais retangulares, nova grade frontal e para-choque redesenhado. É inevitável a associação com o Fox. Na traseira, as semelhanças são com o Polo europeu: as lanternas e a tampa do porta-malas apresentam novo formato e o para-choque também é novo. No Voyage, as mudanças foram mais expressivas: agora o sedã tem lanternas que invadem a tampa do porta-malas, deixando-o parecido com o Jetta.

Foram realizadas mudanças também no interior. As saídas de ar redondas ganharam uma nova cobertura, decorada com um aro cromado central perceptível apenas quando estão fechadas. O novo rádio e a iluminação de LEDs brancos no painel deram um aspecto mais elegante à cabine, forrada com tecido composto por garrafas PET recicladas.

Debaixo do capô, ambos trazem o novo motor 1.0 TEC. Equipado com uma nova ECU (Unidade Eletrônica de Controle), novo coletor de admissão e novos bicos injetores, o conjunto 76 cv com etanol e 72 cv se abastecido com gasolina. Segundo a montadora, as mudanças resultaram em uma economia de combustível de até 4% em relação ao motor 1.0 VHT. Há também a oferta do pacote BlueMotion Technology, composto por pneus com baixa resistência ao rolamento, informe de consumo instantâneo de combustível e indicador de marcha ideal a ser utilizada, tecnologia esta que orienta o motorista a conduzir de maneira mais econômica. Com a inclusão deste pacote, a economia de combustível pode chegar a 8%. Além do motor de 999 cm3, Gol e Voyage continuam sendo vendidos com o motor 1.6 VHT, que pode ser combinada à transmissão ASG, chamada pela VW de I-Motion.

Entre os itens de série, o Gol nas versões 1.0 e 1.6 oferecem vidros dianteiros elétricos, travamento central das portas, abertura interna da tampa do porta-malas, limpador, lavador e desembaçador do vidro traseiro, conta-giros, banco do motorista com regulagem de altura e tomada de 12 volts. Na configuração Power, adiciona airbag duplo frontal, coluna de direção ajustável em altura e em distância, direção hidráulica, freios ABS, faróis de neblina e luzes de seta nos retrovisores. A lista de opcionais inclui ar-condicionado, volante multifuncional, rádio CD Player com reprodução de arquivos em MP3 e entrada USB, rodas de liga leve de 15 ou 16 polegadas, chave do tipo canivete e vidros elétricos nas portas traseiras.

Os preços do Gol 2013 começam em R$ 27.990, enquanto a tabela de preços do Voyage renovado parte de R$ 29.990.

Veja a tabela de preços dos novos Gol e Voyage:

Gol 1.0 - R$ 27.990
Gol 1.6 - R$ 31.890
Gol 1.6 I-Motion - R$ 34.490
Gol1.6 Power - R$ 38.290
Gol 1.6 Power I-Motion - R$ 40.890

Voyage 1.6 - R$ 34.590
Voyage 1.6 I-Motion - R$ 37.190
Voyage 1.6 Comfortline - R$ 40.890
Voyage 1.6 Power I-Motion - R$ 43.490

sábado, 21 de julho de 2012

Nissan revela detalhes do Note


A Nissan revelou nesta segunda-feira, 16 de julho, as primeiras informações do Note, que será lançado mundialmente em setembro.
Baseado no conceito Invitation, o Note tem estilo moderno, lembrando um pouco o Fit – um de seus principais concorrentes no futuro. A grade protuberante remete ao sedã Altima, recém-apresentado nos Estados Unidos, e o interior compartilha algumas peças com o March.


No Japão, o carro será oferecido com duas opções de motorização e transmissão continuamente variável (CVT).




sexta-feira, 20 de julho de 2012

IFR Automotive exibe Aspid GT-21


A marca automobilística espanhola IFR Automotive divulgou nesta segunda-feira (16) as informações de seu segundo esportivo, chamado Aspid GT-21. A novidade pesa 990 kg, tem tração traseira, utiliza motor 4.4 V8 de 450 cv e 44,9 mkf de torque e pode trabalha em conjunto com uma caixa de marchas de dupla embreagem com sete marchas ou um câmbio manual de seis velocidades. A novidade vem como sucessora do Aspid Super Sport.


Segundo a IF Automotive, o novo modelo da linha Aspid é capaz de acelerar aos 100 km/h em tempo inferior a três segundos, atinge os 160 km/h em 6s8 e supera os 200 km/h em 10s6. A velocidade máxima é de 305 km/h. Apesar do alto rendimento, o modelo 2+2 pode receber mais de 100 itens customizados e terá apenas 250 unidades produzidas anualmente, para manter sua exclusividade.


Conforme pode ser observado nas imagens, o GT-21 utiliza um sistema de freio fresado e perfurado com duas pinças para cada disco de freio dianteiro — configuração incomum nos dias de hoje. O preço da novidade não foi revelado. Confira seu vídeo abaixo.

Aspid Super Sport

Lançado em 2009, o Aspid SS utiliza um motor 2.0 quatro cilindros turbo, capaz de produzir 402 cavalos de potência e 33,2 mkgf de torque. Com um câmbio manual de seis marchas e tração traseira, o modelo acelera aos 100 km/h em 2s8, rompe a berreida dos 160 km/h em 5s9 e atinge a velocidade máxima de 250 km/h.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

CITROËN DS3


Com dois anos e meio de atraso em relação ao lançamento na Europa, o Citroën DS3 estreia no Brasil. Com porte de Volkswagen Polo, e exclusivamente com carroceria duas-portas, o DS3 é a aposta da marca num segmento diferenciado, que ela chama de Sport Chic. Na prática, ele é um hatch esportivo premium montado sobre a plataforma da nova geração do C3, que deve começar a ser fabricada no Brasil no início do segundo semestre deste ano. Mas é preciso ressaltar: o DS3 tem, de fato, diversos elementos que o tornam um modelo especial.

A sigla DS remete ao modelo homônimo de 1955, que nunca foi um sucesso de vendas, mas ocupa lugar de destaque na história da Citroën pelo design inovador e por sua revolucionária suspensão hidropneumática. É esse espírito vanguardista que a marca quer evocar na família DS - há ainda o DS4 e o DS5 e, futuramente, o DS9.

Teto colorido
A diferenciação do Citroën DS3 começa na carroceria: o novo C3 só está disponível com quatro portas. O teto contrasta com a cor do carro em si. "Neste ano, só teremos os modelos com teto preto. Branco, só a partir do ano que vem", diz Cléa Tiepo, gerente de produto da marca. Na traseira e no capô, o emblema Citroën aparece desmembrado, formando as letras D e S. Os "bumerangues" sobrepostos tradicionais foram mantidos apenas na grade frontal.

Outro item exclusivo - e de maior destaque - do DS3 é o conjunto mecânico. O motor é o eficiente 1.6 THP, desenvolvido pela BMW e aplicado nos Peugeot 3008, 408 e RCZ e no Mini Cooper S. O 1.6 16V turbo é um dos mais eficientes da atualidade, unindo como poucos desempenho, elasticidadade e baixo consumo de combustível. Em nossa pista, o DS3 deu um show: acelerou de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos e registrou consumo urbano de 11,4 km/l e rodoviário de 16,9 km/l. O câmbio manual de seis marchas merece elogios pelo escalonamento correto, funcionamento silencioso e pela precisão dos engates. O curso, um tanto longo, aumenta o "passeio" da alavanca entre as trocas, dificultando a vida do piloto numa tocada mais esportiva. No painel, um indicador digital avisa o momento ideal da troca de marcha. Mas o disposi- tivo visa apenas a economia de combustível.

Sobre a possibilidade de aplicação de uma transmissão automática no DS3 - utilizando a mesma caixa de seis marchas do 3008, por exemplo -, Jeremie Martinez, executivo de marketing da Citroën, explica: "É uma limitação do projeto. O conjunto de motor e câmbio não cabe no carro".

Anjo copiloto
A direção assistida eletricamente é leve nas manobras, mas sua comunicação com o piloto é um tanto indireta, não combina com o "calor" dos 165 cv do motor. Nas curvas longas, o DS3 mostrou-se estável e, mesmo quando o apetite exagerado empurrava o carro em direção à zebra, a suspensão não decepcionava: absorvia os degraus em silêncio e mantinha a dirigibilidade. Os controles de estabilidade e tração são intrusivos: diante da menor escorregada, é possível notar os dispositivos cortando a potência e acionando os freios para devolver o DS3 ao piloto.


Na hora de parar, o novo Citroën não se mostrou tão competente, principalmente nas frenagens iniciadas em velocidades mais elevadas. Ele cumpriu a prova de frenagem de 120 km/h a 0 em 60 metros cravados, ante 57,2 metros registrados pelo RCZ. No entanto, nas passagens de 80 e 60 km/h a 0, o DS3 foi melhor: respectivamente, com 25,3 e 14,9 metros ante 27,1 e 16,4 metros. Apesar de decepcionar nas frenagens longas, o DS3 é equilibrado, sem tendência a desviar de trajetória do início ao fim da prova.

Os faróis do DS3, sem canhões ou máscara negra, são convencionais. "O xenônio não é opcional nem no mercado europeu. Só está disponível na família DS a partir do DS4. É uma estratégia para reforçar o caráter de exclusividade dos mode- los mais caros", diz Martinez. O modelo premium tenta compensar a ausência com duas barras de leds que cumprem a função de luz diurna. Na traseira, as lanternas exibem lente com relevos que delimitam as luzes de pisca, freio e ré.

Para um modelo com preço na casa dos 80 000 reais - o valor oficial não foi divulgado -, o consumidor pode até sentir falta de itens como bancos elétricos e teto solar. Mas há rebatimento elétrico dos retrovisores e rodas de liga leve aro 17. Além, é claro, dos mandatórios ar-condicionado (digital), direção elétrica, trio elétrico, ABS e airbag duplo. Tudo de série. O único opcional são os bancos de couro, por 2 900 reais. A marca terá ainda uma linha de acessórios de personalização que vai de adesivos para a carroceria até máscara de painel e calotinhas das rodas coloridas - estes dois últimos itens, presentes na versão cedida para teste.

Exclusivo e eficiente, o Citroën DS3 reúne atributos para quem quer brigar nos segmentos de carros de imagem, esportivos e, caso o preço se confirme, até com hatches médios.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

RENAULT SANDERO STEPWAY RIP CURL


Além de chegado numa trilha leve, o Sandero quer visitar outras praias. Para surfar na onda de sucesso da versão aventureira Stepway, a Renault lançou uma série especial do Sandero.A Step- way Rip Curl, limitada a 4 300 unidades, que serão produzidas até outubro.

Confiante, a marca estima que 30% dos Stepway vendidos enquanto a série estiver à venda sejam da nova versão. Baseada na configuração de entrada do Stepway "normal", a série limitada traz ar-condicionado, direção hidráulica, som com entradas auxiliar e USB e viva-voz Bluetooth, vidros elétricos (apenas na dianteira), computador de bordo, rodas de liga leve aro 16 e travas elétricas.

Mas são os itens de personalização que diferenciam o Rip Curl. Maçanetas, capas dos retrovisores externos e barras longitudinais de teto têm pintura cinza num tom que imita inox. Na cabine, são os detalhes vermelhos que chamam a atenção. Eles estão nas saídas de ventilação e no quadro de instrumentos, que leva ainda a assinatura da famosa marca internacional de artigos para a prática do surfe. Diferente do que se poderia imaginar, os bancos são revestidos de tecido comum em vez de neoprene, o mesmo material impermeável das roupas dos surfistas. A Peugeot, aliás, prepara para junho a volta da série especial Quiksilver, do 207. Com a mesma proposta do Rip Curl, mas com mais equipamentos de série, como o teto solar elétrico.

De acordo com a Renault, a compra avulsa dos acessórios do Rip Curl significaria um acréscimo de 1200 reais ao preço final, mas a diferença entre eles é de apenas 500 reais - 43490 ante 43 990 reais.

A cor branca, vetada do catálogo do Stepway, está disponível para o Rip Curl. As pinturas metálicas são o único opcional da série especial.

Mecanicamente, tudo igual. A suspensão alta passa a sensação de robustez, e a direção é pesada nas manobras. O motor 1.6 16V flex de 112/107 cv é esperto, mas bebe muito.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Planeta Carro: Fiat 500L oferece café a bordo


O café é o melhor amigo dos motoristas sonolentos para encarar longas viagens sem correr o risco de cochilar ao volante. E são justamente os fãs de cafeína que vão pensar duas vezes antes de trocar de carro. O 500L é o primeiro modelo produzido em série no mundo a ser equipado com uma “legítima máquina de café espresso” (assim mesmo, com ‘S’, já que estamos falando em italiano) a bordo. O gadget fica entre os bancos dianteiros, mais precisamente no porta-copos central, e foi desenvolvido pela famosa marca de cafeteiras Lavazza.

Seu funcionamento é simples: basta encher a garrafa térmica com água e coloca-la no suporte, que se encarrega de ferver a água e fazer o café automaticamente. A Fiat ainda não divulgou detalhes sobre a cafeteira, mas estima-se que será preciso desembolsar aproximadamente 300 euros pela comodidade de tomar uma bebida quente sem sair de seu 500L.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Mitsubishi revela sedãs de luxo


A Mitsubishi mostrou fotos de seus dois novos carros, que marcam a volta da marca ao segmento dos sedãs de luxo. Os modelos são chamados de Proudia e Dignity e chegam ao mercado japonês.

Graças a um acordo fechado com a Nissan, os dois sedãs são baseados na linha M da Infiniti, marca de luxo da montadora japonesa. As principais mudanças são a grade frontal e o para-choque dianteiro.

O Mitsubishi Proudia tem duas opções de motorização: 3.7 V6, capaz de gerar 328 cavalos de potência (tração integral ou tração traseira), e 2.5 V6, produzindo 222 cavalos (tração traseira). Os preços partem de US$ 50.400.

Já o Dignity chega como híbrido, contando com dois motores: um elétrico e um a combustão, 3.5 V6. Combinados, os propulsores alcançam os 359 cavalos de potência. O preço está fixado em US$ 105.200.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

GM pode retomar anúncios no Facebook


Semanas depois de ter suspendido a verba direcionada para anúncios do Facebook, a General Motors está discutindo a possibilidade de retomar as propagandas na rede social. A informação é do site Adweek.com.

De acordo com a publicação, Joel Ewanick, chefe de marketing global da GM, e Carolyn Everson, chefe de vendas global do Facebook, fizeram uma reunião durante o Festival de Criatividade, na França. Da conversa, seguiu-se novo encontro, agora entre o CEO da montadora, Dan Akerson, e a chefe de marketing do site, Sheryl Sandberg. Nenhuma das partes confirmou as tratativas.

Vale lembrar que a GM mantinha US$ 10 milhões anuais de orçamento direcionado para anúncios no Facebook. No entanto, alegando falta de retorno, cancelou o investimento no último mês de maio.

sábado, 7 de julho de 2012

KIA CEE´D


A importância do Cee’d para a Kia na Europa é evidente: foi o primeiro modelo desenvolvido especialmente para esse mercado, teve uma fábrica montada para sua produção (na Eslováquia) e foi o primeiro Kia com cinco estrelas nos testes de colisão da Euro NCAP. "Para a Kia Europa, o tempo também se divide em AC e DC - neste caso, Antes do Cee’d e Depois do Cee’d", diz brincando o vice-presidente de marketing, Benny Oeyen. Se na Europa ele é campeão de vendas (com 600 000 unidades até hoje, é o Kia mais vendido por lá), no Brasil ele terá meta mais modesta. Previsto para estrear entre julho e setembro, ele vai complementar a linha da marca coreana, encarando os hatches médios, como o novo Hyundai i30.

Aliás, é justamente sobre a plataforma do i30, produzido pela coirmã Hyundai, que o Cee’d é produzido. Por isso ele traz generosa distância entre-eixos (uma das maiores da classe, com 2,65 metros) e suspensão traseira multilink. O engenheiro-chefe Seog-Ko explica as diferenças entre os dois coreanos: "Como a Hyundai pretende ser mais sofisticada, enquanto a Kia é mais esportiva, o Cee’d recebeu molas mais rígidas e amortecedores mais duros à frente e mais suaves atrás".


Visualmente, salta à vista a linha de cintura ascendente, a grade que identifica a marca e as proporções que resultam num porte que causa grande impacto. O Cee’d também é um modelo que trata bem quem vai no banco traseiro.As portas têm grande ângulo de abertura e o túnel central no piso quase não incomoda. As versões mais equipadas dispõem ainda de saídas de ventilação próprias, algo raro nesse segmento.

Já na posição de dirigir, notamos e aplaudimos a nova orientação do painel, voltada para quem está ao volante.A coluna de direção passa a ser sempre ajustável em altura e profundidade e todas as versões têm de série conexão para iPod e USB e computador de bordo. De acordo com os níveis de equipamento, podem existir apliques mais ou menos extensos de cromado, preto brilhante ou metal anodizado, além de luzes de led sobre o painel.

A avaliação da qualidade percebida do interior desperta sentimentos contraditórios. Se por um lado agradam o design, as superfícies cromadas, o extenso revestimento suave da parte superior do painel e a tampa deslizante sobre o porta-copos, por outro torcemos o nariz para os acabamentos junto à iluminação interna ou para os parafusos à vista, dois deslizes que também encontramos em alguns de seus rivais diretos.

No lançamento mundial, em Viena, na Áustria, tivemos a oportunidade de experimentar diversos motores, porém o que mais nos interessa são os 1.6, os mais cotados para serem vendidos no Brasil. Na versão 1.6 CDI com transmissão automática de seis velocidades, a primeira marcha mostra-se hesitante em algumas rotações, apresenta desperdício de torque em vários regimes, é lenta e não faz kickdown quando está no modo sequencial.

Direção mutante
Já o 1.6 GDI (injeção direta) de 135 cv com o câmbio automatizado de dupla embreagem é outra história: resposta imediata, redução de marcha (são seis) rápida no kickdown e consumo mais baixo. Nota-se que o motor GDI respira melhor acima de 2500 rpm, e até 4500 rpm ele é puro vigor, além ser sinônimo de diversão o câmbio no modo sequencial, comandado por alavanca ou borboletas no volante. E mesmo no modo automático qualquer movimento brusco do pé direito resulta numa aceleração forte. Também merece elogios o chassi, apesar de nas versões mais potentes o carro sair um pouco de frente. Vale registrar ainda que o controle de estabilidade (ESP) agora é de série.

Outra novidade é a direção elétrica: ela traz o opcional Flexsteer, que varia o peso do volante. Por um botão na coluna, pode-se optar entre Comfort, Normal ou Sport, que vai da resposta mais leve à mais pesada - assim como acontece no i30 que chega ao Brasil por volta de junho. Por sinal, não é só com seu gêmeo da Hyundai que o Cee’d deve se preocupar. Ele estreia tendo no horizonte outros rivais modernizados, como Peugeot 308 e Chevrolet Sport6. Pior para o novo Kia, melhor para o consumidor.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

MERCEDES-BENZ ML 350 BLUEEFFICIENCY SPORT


A Mercedes-Benz iniciou nesta segunda-feira, dia 2 de julho, as vendas da terceira geração do Classe M no Brasil. O pioneiro entre os utilitários esportivos de luxo manteve suas capacidades off-road, mas aposta em uma receita mais urbana, voltada para o luxo e elegância, e incorpora as mais novas tecnologias desenvolvidas pela marca alemã.

Em seu design, a frente ganhou linhas mais sóbrias e cujas linhas remetem mais a um automóvel, com a grade formada por dois filetes cromados e os faróis mais afilados. A coluna C larga, característica marcante do modelo, foi mantida, mas a lateral ganhou vincos mais marcantes. Na traseira, a principal novidade fica por conta das lanternas que invadem a tampa do porta-malas e a lateral do paralamas.

O modelo, inicialmente, será vendido apenas em uma versão, a ML 350 BlueEfficiency Sport, que custará 335 mil reais e é equipada com motor de seis cilindros em "V", de 3,5 litros e 306 cavalos de potência, a 6500 rpm. Dos recentes sedãs da marca, o Classe M herdou o câmbio automatizado 7G tronic, mas que incorporou um novo conversor de torque que privilegia o conforto - as trocas são realizadas com ainda mais suavidade - ao invés da performance.

Como o sobrenome diz, o Classe M agora incorpora o conceito "BlueEfficiency", que busca oferecer mais economia de combustível e reduzir o nível de emissões de poluentes. Isso sem abrir mão da performance. Além de melhorias no motor em si e do câmbio 7G tronic, o carro traz pneus de baixa resistência ao rolamento, direção elétrica e gerenciamento do alternador inteligentes - eles só são acionados quando necessário, e alterações aerodinâmicas que reduziram o seu coeficiente aerodinâmico.

Dos sedãs, o Classe M também herda outras tecnologias, como o Attention Assist, que monitora as reações do motorista ao volante e identifica quando o estado de cansaço atinge níveis críticos, emitindo sinal sonoro e visual recomendando uma parada para descanso, e o Intelligent Light System, que faz com que o facho dos faróis acompanhem o movimento do carro nas curvas e que o abaixa quando detecta veículos vindo em outro sentido, e o COMMAND Online, que através da conexão de um smartphone oferece acesso à internet na tela central de 7 polegadas.

Outra novidade é que o modelo não terá mais opcionais. O carro será vendido em uma configuração única, incorporando os itens mais solicitados pelo mercado brasileiro. Dentre eles, se destaca o sistema de entretenimento interno, que traz telas de nove polegadas nos bancos traseiros e que podem mostrar conteúdos diferentes entre si.

Até o Salão do Automóvel de São Paulo, agendado para o final de outubro, a Mercedes deve disponibilizar a versão ML 63 AMG, ainda sem preço definido

quarta-feira, 4 de julho de 2012

TOYOTA ETIOS E HYUNDAI HB: DUELO ANUNCIADO


Marcas consagradas e admiradas nos segmentos superiores, Toyota e Hyundai vão buscar maiores volumes de vendas no disputadíssimo mercado brasileiro dos compactos. Toyota Etios e Hyundai HB (nome provisório) serão produzidos no estado de São Paulo a partir de 2013 e seguem receitas distintas para atingir o mesmo público.

Embora aposte em simplicidade no visual — tanto externa quanto no interior— o Toyota Etios foi desenvolvido para mercados emergentes e oferece como benefício uma ampla lista de itens de série, além da imagem de qualidade dos automóveis oferecidos pela marca. Com painel de instrumentos central e muito plástico no acabamento interno, o modelo oferece contempla airbag duplo, freios ABS com distribuição eletrônica da força de frenagem (EBD), ar-condicionado e CD player com entrada auxiliar sem custos adicionais.

A Hyundai, por sua vez, tem uma aposta diferente com a linha HB, desenvolvida especificamente para o mercado brasileiro. Com design de linhas mais modernas e harmônicas, se comparado ao veículo da marca japonesa, seu interior é mais refinado. O modelo cedido para avaliação oferecia luxos como direção hidráulica, regulagem de altura e profundidade do volante, ajuste de altura do banco, abertura interna do bocal do tanque de combustível, porta objetos com tampa corrediça, acabamento de plástico nas colunas e cinto traseiro retrátil. sua lista de equipamentos deste último, entretanto, ainda não foi confirmada. O modelo da Toyota, por sua vez, oferece acabamento com nível inferior.

O Toyota Etios hatch tem 3,77 m de comprimento, 1,66m de largura, 2,46 m de entre-eixos e 263 litros de capacidade no porta-malas. O VW Gol, uma das referências do mercado, é 12 cm mais comprido, 8 cm mais largo, tem o mesmo espaço de entre-eixos e 22 litros a mais de área no compartimento de carga. Embora não tenha as suas dimensões divulgadas, o HB hatch oferece dimensões externas e área interna próximas ao modelo da VW. Na versão sedã, o modelo da Toyota oferece como carta na manga o entre-eixos alongado para 2,55 m e porta-malas com 595 litros de volume — 11 cm a menos, mas 85 l a mais de volume na área de carga, respectivamente, se comparado ao Renault Logan— uma das referências em termos de espaço interno no segmento.

Tanto o Etios quando o HB serão oferecidos nas versões hatch e sedã. A Hyundai informa que seus motores serão o 1.0 três cilindros 12V (mesmo utilizado no Kia Picanto, capaz de produzir até 80 cv e 10,2 mkgf de torque) e um 1.6 — haverá opção de câmbio automático para este último. Já a marca de origem japonesa utilizará as opções 1.3 16V (98 cv e 12,7 mkgf) e 1.5 16V (108 cv e 14 mkgf). Sempre baseadas no hatch da VW, as duas montadoras afirmam que oferecerão preços competitivos e boa relação custo-benefício.

No período da avaliação do Hyundai HB, a previsão era para que o hatch fosse lançado em novembro deste ano, e a configuração sedã, em meados de 2013. Fontes relacionadas à Hyundai no Brasil afirmam, no entanto, que os dois modelos poderão ser apresentados juntos no Salão do Automóvel, em novembro. Sinal de que o mercado viverá mudanças nos próximos tempos.

domingo, 1 de julho de 2012

Os protótipos da Citroën que nunca viu na estrada


A Citroën está a levar a cabo no seu espaço C_42, nos Campos Elísios em Paris, uma exposição dedicada aos seus mais emblemáticos concept cars, denominada ‘Now Future’.

Nesta exposição estarão alguns dos protótipos de linhas mais extremas que, embora não tenham passado de modelos únicos, acabaram por dar origem a modelos de produção, tendo a exposição o objetivo de mostrar aos seus visitantes o arrojo e criatividade da marca francesa.

No espaço da Citroën estarão, então, modelos como o C-Métisse, o Revolte, Survolty ou o superdesportivo GTbyCitroën, modelo criado em parceira com a Polyphony Digital para o videojogo Gran Turismo 5: Prologue. Além deste, nota ainda para a presença do C-Sportlounge, cujas linhas inspiraram o DS5.