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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

GM: Camaro ZL1 conversível parte de R$ 121.000 nos EUA


A Chevrolet anunciou que a versão conversível do Camaro ZL1 custará a partir de 60.455 dólares nos Estados Unidos, o equivalente a 121.100 reais, sem taxas de importação ou impostos brasileiros. A configuração com teto removível terá o mesmo motor do Camaro ZL1, um 6.2 V8 supercharger, ajustado para produzir 580 cavalos de potência e 76,9 mkgf de torque.

De acordo com a Chevrolet, o Camaro ZL1 é a versão mais potente já produzida do Camaro, e não deixa a desejar na versão conversível. Segundo a marca, ele é capaz de acelerar aos 96 km/h (60 pmh) em 4s0 e atingir a velocidade máxima de 294 km/h. Um legítimo “arrancador de perucas”.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

VW lançará Touareg CC, diz revista

                                                 Modelo concorreria com X6 e Evoque


A Volkswagen estaria desenvolvendo uma versão crossover baseada no Touareg, segundo a revista alemã Auto Bild. O objetivo é um só: brigar com BMW X6 e Range Rover Evoque.

Com o provável nome de Touareg CC, o modelo será baseado na versão “convencional” do Touareg. O veículo deve ter carroceria de quatro portas e linhas que lembram o Passat, além de ser 300 quilos mais leve que o Touareg.

Além de ser um produto completamente inédito, o Touareg CC também deve estrear uma nova plataforma na linha VW. Trata-se da MLB (plataforma modular para motores longitudinais), que será aproveitada nos utilitários esportivos de grande porte do grupo Volkswagen, incluindo aí as novas gerações de Audi Q7 e Porsche Cayenne. A Auto Bild diz que o modelo chegará às ruas europeias em 2014.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

HYUNDAI VELOSTER TURBO

COM 186 CV, A VERSÃO TURBO ENTREGA A POTÊNCIA E O DESEMPENHO QUE O VISUAL DO VELOSTER INSINUA


Quando chegou ao Brasil, em outubro, o Veloster empolgou o público com seu design arrojado na mesma medida em que decepcionou vários proprietários com seu desempenho apagado, que não combinava com a esportividade sugerida por suas linhas. Cercado de polêmica (a Hyundai diz que seu 1.6 tem 140 cv, mas o rendimento e a aparência externa do motor apresentam a variante de 128 cv), o fato é que o cupê importado parece esportivo, mas não anda como um. O que não é o caso da nova versão que a marca coreana está apresentando na Europa: o Veloster Turbo.

Porém, não é só o motor de 186 cv que é novo. Ele também recebeu para-choques de desenho mais agressivo e envolvente, grade de radiador maior, dupla saída de escape central, difusor integrado no para-choque traseiro e luzes de led nos faróis e nas lanternas. Rodas de liga leve aro 18 e saias laterais completam o visual mais musculoso.

Com o acréscimo do turbo, o 1.6 GDi de injeção direta subiu de 140 para 186 cv (mais que o 1.6 da BMW, referência na sua categoria) e o torque saltou de 17 para 27 mkgf, com a vantagem de estar disponível de 1 500 a 4 500 rpm, o que favorece a resposta suave e contínua desde as rotações mais baixas. Apesar de a potência específica ser alta (116,3 cv/l), o certo é que a versão vendida nos Estados Unidos é mais potente (204 cv) e oferece o mesmo torque, só que o pico começa um pouco depois (1 750 rpm).

Esse motor, cujo ronco foi trabalhado especialmente para soar mais agradável, usa um turbo que atinge pressão máxima de 2,24 bars, o que melhora o rendimento geral e ainda entrega respostas rápidas em giros bem baixos, pelo fato de o turbo ser pequeno e ter baixa inércia. O resultado é um desempenho interessante, com 8,4 segundos de 0 a 100 km/h (curiosamente 8,1 na versão automática, com relações mais curtas). Impressionante é a retomada de 80 a 120 km/h em sexta: 7,1 segundos. Ambos os números foram fornecidos pela fábrica.


Os coreanos deixaram a suspensão mais rígida e a direção mais direta (2,8 em vez de 2,9 voltas). Ainda assim, falta-lhe um pouco de rapidez para informar com mais fidelidade a relação das rodas dianteiras com o piso. No entanto, melhorou o poder de frenagem, pois possui discos ventilados maiores na frente (passaram de 280 para 300 mm), que ficaram mais eficientes e sem grande propensão ao fading.

Mesmo com a afinação mais esportiva da suspensão, não é difícil ver situações em que a carroceria se inclina demais, o que indica que o ajuste da engenharia foi um tanto leve. Só que aqui os ressaltos ou buracos são fielmente transmitidos aos ocupantes, acompanhados por um baque seco. Boa parte da culpa se deve ao eixo de torção traseiro, de concepção simples demais, quando a Hyundai já mostrou saber fazer melhor - o i30 usa multilink na traseira. Ao menos o câmbio manual de seis marchas se sai melhor, graças à alavanca de curso curto, silenciosa e rápida. O alto toque em baixo giro ajuda a compensar o escalonamento mais longo quando comparado ao automático, também de seis marchas.

O interior é dominado por plásticos de toque duro, apesar de a qualidade de construção mostrar bastante solidez. Como diferencial, o painel recebeu um monitor colorido de 7 polegadas ao centro e volante e bancos de couro, com apoio lateral aumentado e o nome "Turbo" gravado. No painel, vale elogiar o design jovial beneficiado por aplicações de efeito metalizado, instrumentação de fundo negro com dígitos brancos e pedais perfurados. Após ajustar a altura e profundidade da direção, o motorista pode comandar várias funções pelo volante, de bom diâmetro, mas com alguns parafusos à vista, o que não fala muito a favor da qualidade percebida.

Com preço estimado de 24 000 euros na Europa, tem ótimo custo-benefício: ele pode não entregar o mesmo prazer e qualidade de materiais e acabamento que rivais como VW Scirocco ou Opel Astra GTC, mas compensa ao ser de 10% a 15% mais barato. Para nós, seu maior defeito é outro: a Hyundai não tem planos de vendê-lo no Brasil.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Abarth mostra novidades da série 500 na Inglaterra

                                                  Serão vendidas três versões do minicarro


Marca do grupo Fiat, a Abarth revelou novidades relacionadas ao minicarro 500. Agora, a marca oferecerá três opções do carro na Inglaterra: 500, 595 Turismo e 595 Competizione.

Com preço de 13.975 libras esterlinas, o 500 conta com motor 1.4 turbo, gerando 135 cavalos de potência. O carro também vem ar-condicionado, rodas de liga leve de 16 polegadas, sensor de estacionamento e faróis de neblina.

Já o 595 Turismo sai por 17.725 libras. Mantém o mesmo motor do 500, mas modificado para alcançar a potência de 160 cv. As principais diferenças em relação à versão básica são os faróis de xênon, suspensões esportivas e rodas de 17 polegadas.

Por fim, o 595 Competizione é vendido por 18.725 libras, e apresenta freios e rodas de 17 polegadas exclusivos, além de um escapamento Monza diferenciado.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Land Rover faz recall do Defender


Jipe pode ter problema nos cintos de segurança

A Land Rover anunciou nesta quarta-feira, 1º de agosto, a realização de um recall do jipe Defender. O chamado envolve 113 unidades das versões 90, 110 e 130, fabricadas entre fevereiro de 2010 e janeiro de 2012, que podem apresentar desgaste prematuro no suporte de fixação dos cintos de segurança.

A montadora afirmou que entrará em contato com todos os clientes, pedindo que se dirijam a uma concessionária Land Rover para realização de uma verificação e, se necessário, substituição da peça defeituosa. Para maiores esclarecimentos, a marca colocou à disposição sua Central de Atendimento ao Cliente, pelo número 0800 012 2733.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Toyota Etios custará a partir de R$ 35.000


Novo modelo da Toyota chegará a R$ 48.000 na versão topo de linha

A Toyota divulgou nesta quarta-feira (1) que o Etios, seu novo veículo popular, custará entre 35.000 reais, na versão hatch de entrada, e 48.000 reais na configuração sedã topo de linha. E, para promover o modelo, conforme antecipamos, a marca começará a realizar o pré-lançamento do veículo em São Paulo entre os dias 3 e 12 de agosto.

>>Confira a galeria de fotos do Toyota Etios aqui.

Conforme antecipamos, um dos maiores concorrentes do Etios será o Hyundai HB20, cujo preço partirá de cerca de 28.000 reais na versão hatch 1.0. Nas configuraçõess mais requintadas, Etios também rivalizará com veículos nacionais, como o novo Volkswagen Gol, por exemplo. Confira aqui a matéria de avaliação que realizamos do Etios, na China.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Industrial procura por 50 anos carro igual ao da professora da infância


Morador de Sertãozinho, SP, comprou o raro Ford Baratinha 1929,João Sverzut era apaixonado pela educadora da escolinha da fazenda.

Aos 6 anos de idade, o industrial João Luiz Sverzut – hoje com 67 – tinha duas paixões: a professora da escola da fazenda onde ele morava em Sertãozinho (SP) e o carro que ela dirigia na época, um Ford Roadster 1929. O tempo, porém, mostrou qual era o verdadeiro amor de Sverzut que, meio século depois, conseguiu comprar o carro que tinha o folclórico “banco da sogra” na parte externa traseira e o apelido de “Baratinha”.

O Ford Baratinha custou R$ 35 mil em 2000 e, depois de 12 anos de reformas para deixá-lo igual ao objeto de desejo da infância, vale cerca de R$ 150 mil. Dinheiro que o industrial não faz nenhuma questão de ter nos bolsos.
“Esse eu não vendo, procurei no Brasil inteiro, não vou achar outro assim, ele é igualzinho ao da professora da escola rural”, explica. “Era apaixonado por ela, e também me apaixonei
Sverzut também faz questão de avisar que a professora Aldenir Rossini, que ainda mora na cidade, continua sendo uma das suas mais importantes lembranças da infância. “Ainda levo flores para ela no Dia dos Professores”.
Colecionadores
O gosto por carros antigos está se tornando uma tradição em Sertãozinho, onde no último domingo (22) cerca de 150 colecionadores promoveram o quarto encontro anual do gênero. Entre os entusiastas do “antiguismo”, alguns se destacam. É o caso do industrial Luiz Carlos Borges, 65 anos. Ele acaba de comprar e mandar trazer dos Estados Unidos o nono carro da sua coleção, um Oldsmobile 1958.
Mustang 1968, Dodge Polara 1966 e o Cadillac 1959 são outras raridades que Borges guarda na garagem. Ele evita revelar quanto o hobby já custou, mas a julgar pelo valor dos carros que passam de R$ 150 mil quando restaurados, é possível calcular que a coleção vale cerca de R$ 1 milhão.
Diferente de Sverzut, que tem uma relação sentimental com o Ford Baratinha, Borges começou a sua coleção por acaso. “Há cinco anos eu passei em Pirassununga (SP) e vi um Chevrolet Impala 1964, comprei, e não teve jeito de parar”.



domingo, 29 de julho de 2012

Reunião sobre o futuro da GM termina sem acordo em São José


Nova data para negociações foi marcada para o dia 4 de agosto,Montadora se comprometeu a não demitir funcionários no período.

A reunião para discutir o futuro da planta da General Motors em São José dos Campos (SP) terminou sem acordo, na tarde desta quarta-feira (25). Um novo encontro foi marcado para o dia 4 de agosto, às 9h. Estiveram presentes na reunião cerca de vinte pessoas - o dobro do esperado -, entre representantes da empresa, da prefeitura, do sindicato e do Ministério do Trabalho.
Ficou definido na reunião que o sindicato deverá apresentar novas propostas para a empresa até a próxima rodada de negociações. Nesse período, a GM se comprometeu a não demitir nenhum funcionário. O diretor de Relações Institucionais da montadora, Luiz Moan, afirmou que o caso de São José dos Campos é pontual, já que as vendas no setor automotivo no país estão em alta. "A GM ainda não trabalha com hipótese de demissões, mas queremos ouvir do sindicato propostas que não sejam as mesmas", disse ao G1.
O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos propõe trazer 100% da produção do Classic para São José dos Campos, nacionalizar a produção do Sonic (que atualmente é fabricado na Coréia do Sul e importado para o Brasil), e que a unidade joseense volte a produzir caminhões. Todas as propostas já foram descartadas pela direção da empresa.

Moan disse ainda que desde junho de 2008 a GM ofereceu três modelos para serem fabricados na planta joseense - Cobalt, Cruze, Spin - e a expansão da fábrica de motores, mas por falta de acordo com o sindicato os investimentos não foram feitos. Atualmente a unidade produz apenas o Classic e a S-10.

Ele afirmou ainda que a fábrica em São José dos Campos tem os custos de produção e de mão de obra mais elevados do país na comparação com outras plantas.

Sem acordo na época, unidades da GM em outras cidades receberam os recursos. "Na expansão da fábrica de motores em Joinville (SC), por exemplo, foram gerados 350 empregos", contou.
Mobilizações
Mesmo sem acordo na reunião, a categoria deve continuar a mobilização nos próximos dias. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos, manifestações deverão ser realizadas na cidade, uma delas na próxima na próxima sexta-feira, aniversário de São José dos Campos.


Desde o início do mês, o Sindicato dos Metalúrgicos da General Motors em São José dos Campos faz protestos contra a ameaça de fechamento do setor MVA (Montagem de Veículos Automotores), que teria como consequência 1.500 demissões.
Na área, a empresa produz os modelos Corsa hatch, Classic, Meriva e Zafira. Os dois últimos carros já sairam de linha. A produção da Zafira parou há 20 dias e a da Meriva , na semana passada. O Corsa para a produção nesta quarta-feira (25). De acordo com o sindicato, com a produção total dos quatro modelos, eram fabricados 370 veículos por dia. A categoria não soube informar quantos carros passarão a ser produzidos apenas com a fabricação do Classic.
Além da linha de produção da MVA, a planta da GM em São José tem outras sete linhas de produção: uma para a fabricação da picape S10 e as demais para a produção de motores, cabeçotes e componentes.
Portas fechadas
Na terça-feira (24), a montadora fechou as portas temendo possíveis mobilizações dentro da unidade. A fábrica amanheceu fechada e isolada. A produção foi normalizada nesta quarta-feira (25).
"Tínhamos várias eveidências de uma mobilização na unidade e sabíamos que isso traria prejuízo à integridade dos nossos funcionários", justificou Moan.
Tensão
O clima de tensão aumentou entre os trabalhadores e a empresa ápós a reunião desta quarta-feira. Na assembleia, os trabalhadores reclamavam da falta de informações. "Hoje chegamos para trabalhar e ninguém sabia de nada, nem a chefia. Essa reunião só nos deu a certeza de que passaremos o feriado empregado, mas e depois?", disse Marcos Lobo, 50 anos, há 15 no MVA.
Greve
Na semana passada, os metalúrgicos da GM aprovaram uma greve de 24 horas para tentar impedir os planos da montadora de encerrar as atividades do setor MVA no município. Antes disso, no último dia 12, os trabalhadores realizaram uma paralisação de advertência de duas horas e votaram estado de greve.
Nota
O presidente em exercício da Central dos Trabalhadores do Brasil, Wagner Gomes, divulgou uma nota nesta quarta-feira (25) sobre a situação da GM em São José dos Campos. Leia abaixo a nota na íntegra.
As centrais sindicais Força Sindical, CTB, NCST e UGT repudiam a atitude da GM que pretende demitir 1,5 mil trabalhadores e decidiu manter 7,5 mil funcionários em licença remunerada na fábrica em São José dos Campos, interior de São Paulo.
A GM foi beneficiada com o corte do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) feito pelo governo para ajudar recuperar as vendas dos automóveis e manter os empregos.
Agora, a montadora rompe o acordo, promove locaute e ameaça demitir em massa, recurso condenável e muito usado no passado, quando não havia tantas negociações entre capital e trabalho.
As centrais se solidarizam com os trabalhadores e o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos. A solução para o impasse virá unicamente pela via da negociação, que tem de ser aberta, o quanto antes, pela montadora.




sábado, 28 de julho de 2012

Renault confirma início das vendas do elétrico Zoe para setembro


Carro custará a partir de 15,7 mil euros com a proposta de ser ‘popular’,A participação da marca no segmento de elétricos está em 54%.

A Renault confirmou em comunicado oficial divulgado nesta quarta-feira (25) a comercialização do veículo totalmente elétrico Zoe no mercado europeu a partir do Salão do Automóvel de Paris, que acontece no fim de setembro.
A Renault já disponibiliza três veículos elétricos na sua gama de produtos: Fluence ZE, Kangoo ZE e Twizy. Assim, a participação da marca no segmento de carros elétricos europeu passou de 30% em maio para 54% ao fim de junho. “Até o fim de 2012, a Ranault comercializará uma gama completa de veículos elétricos”, afirma a nota oficial.

Elétrico popular
A Renault apresentou o Zoe durante o Salão de Genebra e o descreveu como o primeiro modelo "popular" 100% elétrico do mundo. O modelo custará a partir de 15,7 mil euros (R$ 35.968) no mercado europeu, levando em conta os impostos.
Na realidade, exatamente barato ele não é — o Twingo, carro de entrada da Renault sai por 7.990 euros. Porém, perto dos outros elétricos e híbridos vendidos no mundo, como o Nissan Leaf, o preço é sim bem competitivo.

O Zoe reforça o plano da montadora chamado de “Renault Drive The Change” (Mude a Direção, no Brasil), que estabelece a meta de reduzir em 10% as emissões de CO2 de todo o portfólio da marca até o ano que vem. Atingido o objetivo, a meta seguinte é reduzir mais 10% entre 2013 e 2016.
Para uso diário em grandes centros urbanos, o Zoe quer passar a ser conhecido por disponibilizar a mobilidade elétrica “para todos”, bem ao gosto da democracia francesa. Ele tem autonomia para rodar 210 quilômetros sem necessidade, no entanto, a Renault afirma que isso vai variar conforme as condições de rod=agem, perfil do trajeto, temperatura externa etc.

Carregamento sem fio
Para aperfeiçoar a tecnologia e estimular o consumo de carros elétricos, a Renault e a líder mundial em 3G e tecnologias sem fio Qualcomm Incorporated anunciaram nesta terça-feira (24) a assinatura de um acordo para testes de sistema wireless para carregamento de veículos elétricos (Wireless Electric Vehicle Charging - WEVC). A parceria foi fechada em Londres (Inglaterra) e contará com testes nos carros da Renault, como o Zoe.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Toyota retoma liderança mundial nas vendas de veículos


Montadora japonesa vendeu 4,97 milhões de unidades no semestre,VW vendeu 4,45 milhões de veículos, enquanto a GM, 4,67 milhões.
A montadora japonesa Toyota vendeu quase 5 milhões de veículos no primeiro semestre do ano, um recorde que permite à empresa recuperar a liderança mundial, superando General Motors e Volkswagen.
Ao todo, a Toyota vendeu 4,97 milhões de unidades a suas concessionárias em todo o mundo entre janeiro e junho, segundo números divulgados nesta quinta-feira (26).
A alemã Volkswagen anunciou a venda de 4,45 milhões de veículos durante o mesmo período (alta de 8,9%) e a norte-americana General Motors 4,67 milhões (aumento de 3%), segundo a imprensa japonesa.
O resultado da Toyota representa uma alta de 33,7% em ritmo anual.

No ano passado, a montadora sofreu graves perdas na produção causadas por desastres naturais no Japão e na Tailândia, o que prejudicou o abastecimento local e as exportações de veículos e componentes.
Triplicar lucro
A Toyota prevê triplicar o lucro operacional neste ano para mais de US$ 12,5 bilhões, à medida que a montadora japonesa recupera o espaço que perdeu em mercados dos Estados Unidos à China. O resultado, contudo, ainda ficaria abaixo da metade do que ganhava antes da crise financeira global.
Para isso, a empresa diz que vai cortar mais custos para compensar a valorização da moeda japonesa, que prejudica a rentabilidade das exportações.
A Toyota prevê ainda lucro líquido de 760 bilhões de ienes, o melhor em cinco anos.